Sobre

Minha história com computadores é “longa” (considerando o tempo que eu existo) pois utilizo computadores desde os meus 6 anos de idade (quando meu pai comprou um Intel 80386 para usar o Microsoft Office 5.0 com Windows 3.1). Nessa página escrevo sobre meus projetos e assuntos diversos relacionados a computadores, estudo/pesquisa, ciência em geral e aos acontecimentos aleatórios da minha rotina.

Tenho 21 anos, sou técnico de informatíca formado pelo IBPI ( Instituto Brasileiro de Pesquisas Informáticas ) e atualmente curso Ciência da Computação na Universidade Veiga de Almeida. Trabalho no banco da maior empresa de computadores do planeta em faturamento como estagiário de analise de negócio dando suporte ao sistema de financiamento de pequenos e médios negócios.

O meu gosto de músical é bem peculiar. Gosto de Techno, Trance e House, um pouco de música clássica e Jazz ( nada de blue jazz, muito melancólico) e há algum tempo atrás amava Rock ‘n Roll Heavy Metal”. Adoro malhar (apesar das circunstâncias atuais impedirem a prática) objetivando um corpo belo e escultural acima de tudo (se é que isso existe). Adoro conversar com as pessoas e por vezes acabo falando besteira mas tento não exagerar. Adoro ler livros sobre história econômica, administração básica, gerência de projetos e processos e livros sobre programação (patterns e linguagens) e cada vez mais isso tem tornado-se um hábito na minha vida (veja a página de leituras).

Existem alguns esterótipos de pessoas que eu simplesmente odeio: pessoas medrosas, indecisas e, especialmente, pessoas que não possuem um mínimo de humildade achando-se as donas da razão. Consigo (muitas vezes) entender o porque da frustação destes esteriótipos mas não gosto de me envolver com eles. Também não curto funk (apesar de ter uma certa tolerância a este ruído). O estilo musical que eu não suporto é pagode, devido a suas eternas letras de amores mal amados em relacionamentos frustados.

Meus melhores amigos são malucos e adoram contar-me suas desventuras aleatórias, apesar disso são todos boas pessoas com quem possuo confiança e cumplicidade (o meu melhor amigo já me atura há quase uma década). Adoro conversar com eles sentado em uma mesa de botequim falando alto e contando/ouvindo os “causos” de cada um.

Recentemente mudei minhas prioridades de vida e acredito que para se viver um grande amor devemos correr grandes riscos, pois não há recompensa nesso mundo injusto sem sacrificio e não há felicidade sem vitórias.

A mulher ideal, pra mim, é aquela que usa o cérebro antes do corpo. Aquela que me testa para se garantir, e se entrega quando confia em alguém.


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